Ceres, Pã, Iroko, Ossain são alguns dos deuses vinculados intimamente com a vegetação ou com a floresta ou até a própria ideia de ser ou virar árvore. Esse antropomorfismo tão comum das religiões politeístas nos brinda com uma variedade de significados e significâncias para as manifestações da natureza.
Nas folhas se encontra cura, abrigo e muitas vezes a previsão do futuro. Quanta magia foi embalada em folhas e quantas vezes a casca das árvores serviu de escudo e amiga ao homem primitivo?
Dentro de nós existe uma ligação atávica com a natureza, tanto que é comum chamá-la de mãe.
Fica aqui, no dia das mães, então também a homenagem do Imaginário Noturno a essa força de vários epítetos e muitos nomes que é a natureza e também nossa sincera reverência a todos seus guardiões e guardiãs.