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sábado, agosto 27, 2011

27 Agosto - Lupicínio Rodrigues

Se eles julgam
Que a um lindo futuro
Só o amor nesta vida conduz,
Saibam que deixam o céu por ser escuro
E vão ao inferno à procura de luz... 
Lupe




Lupicinio Rodrigues eterno tricolor


O segundo semestre de 1914 foi sacudido pelo início da Primeira Guerra Mundial, em Porto Alegre nascia uma estrela que iria iluminar o mundo da melancolia. Lupicínio Rodrigues, ou Lupe como era chamado desde pequeno, foi compositor e cantor de samba e marchinhas, mas foi no samba-canção, de cunho mais romântico e por vezes melancólico, que deixou sua marca.
  A noite sempre foi sua companheira, foi proprietário de diversos bares, churrascarias e estabelecimentos noturnos em Porto Alegre. E nela buscou inspiração para suas diversas incursões pelo mundo dos sentimentos. Foi ele quem inventou o termo "dor-de-cotovelo" que se refere à prática de quem crava os cotovelos na mesa do bar e chora por alguém amado.
Em 27 de agosto de 1974 partiu e deixou para este mundo centenas de canções, talvez a mais conhecida e internacionalmente ouvida seja o hino do imortal tricolor, Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense.


Fica nossa homenagem a esse gaúcho, gremista e ícone da noite porto alegrense.





terça-feira, agosto 04, 2009

Vamos iniciar nossos trabalhos...


O que dizer em uma inauguração? Hordas de pensamentos urram:
- Discurso! Discurso!
Prefiro agir como ensinou Bachelard, acendendo uma pequena vela e velando o brilho da chama.
A noite ao meu redor se dissipa lentamente ao sabor da dança do pequeno lume, trago nos olhos o cansado da noite anterior. Nada de discursos, mas o fluxo da noite é continuo e implacável, toca minuano, assoviando lá fora, uma milonga que baila solta por entre as macegas. Assim é o imaginário noturno, pampa, noite, imaginação. Velas acesas não para espantar o escuro, mas sim para acolhê-lo.

Pois é assim que deve ser.
Galpão solto no campo, fumaça desenhando contornos, fogo de chão... Arreios traçados com fibras da própria madrugada, goles de luar, lufadas quentes do bafo do fogo. Enredam-se nestes portais as tramas do sótão e as do porão e neste se refugiam quando o dia se faz alto...

só resta, saber com o que sonhava prometeu enquanto seu fígado se refazia...


sonhos de Prometeu
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